Muito além do Coliseu: inclua cidades próximas à Roma em seu roteiro!

21 de novembro de 2017

Do Coliseu à Capela Sistina, uma viagem para Roma é um mergulho na majestosa arte e na rica cultura italiana. É uma cidade que respira história e é, por si só, um verdadeiro museu a céu aberto.

Mas não pense que Roma é o único centro da cultura mediterrânea. O mais incrível de se viajar pela Itália é observar como cada cidade tem sua própria – e riquíssima – cultura, costumes e história!

Antes de se tornar uma república, o país era dividido em reinos independes e foi justamente essa característica que permitiu que cada lugar construísse uma personalidade única. Por isso, se Roma está na sua wishlist – ou se você está com sintomas de saudade – não deixe de conferir três cidades próximas ao destino e, claro, perfeitas para enriquecer o seu roteiro!

Florença

O destino pode até levar o título de berço Renascentista (convenhamos, a cidade natal de Leonardo da Vinci, Michelangelo e Dante Alighieri deve ter muita história para contar) e a vista de seu horizonte continua igualzinha do que era há cem anos atrás isso que é conservação, minha gente! Mas Florença oferece muito mais do que vislumbres do passado, vem ver!

O que fazer?

Se você gosta de história e arte: e você já esgotou sua cota de visitas em monumentos históricos depois de subir na cúpula do Duomo de Florença (e ver as pinturas de Brunelleschi), já gastou seus sapatos andando Piazza del Duomo, na Piazzale Michelangelo e descendo a Ponte Vecchio, vá visitar o Boboli Gardens (6,67 euros), o parque que respira arte em suas alamedas e confira a Galeria Uffizi (38 euros), uma das maiores galerias de arte do mundo.

Se gosta de boa gastronomia: uma queijaria, uma salumeria (presuntos e embutidos), uma peixaria (que serve peixe e frutos do mar fritos) e uma quitanda de comidinhas típicas. Tudo isso você encontra no Mercado Central de Florença e o de Sant’Ambrogio. E ah, para sobremesa: sabia que a cidade é considerada o local de origem do gelato? Então não deixe de conferir as antigas e famosas gelaterias florentinas.

Quando ir

O verão costuma ser seco e quente nas terras italianas, enquanto o inverno pode ser rigoroso. Portanto, aposte na temporada de abril a junho ou setembro a outubro para aproveitar o clima ameno.

Distância de Roma

2 horas e 45 minutos de carro.

Pompeia

Além de visitar as ruínas de uma civilização antiga, você também pode conferir, de perto, a cratera do vulcão que mais conhecido do mundo: o Vesúvio. É possível subir até a cratera, em uma escalada guiada sobre uma superfície de terra e lava endurecida e descobrir toda uma cidade dentro do sítio arqueológico, em um ambiente inabitado e sem luz elétrica.

O que fazer?

Se você gosta de história e arte: No primeiro domingo de cada mês, os visitantes podem conhecer os museus e as áreas arqueológicas do estado sem pagar nada. No restante dos dias, o valor da entrada inteira é 13 euros. Ao atravessar a Porta Marina, você entra nas muralhas e logo dá de cara com o Foro. Caminhando pela avenida principal da cidade, há o Anfiteatro na Casa do Fauno e as termas. Não deixe de conferir o Grande Teatro, palco das primeiras tragédias gregas e, ao sair das muralhas de Pompeia, confira uma verdadeira obra de arte na mansão Vila Dei Misteri.

Se você gosta de arquitetura e arqueologia: Estenda sua visita até Herculano! Seus edifícios estão mais conservados do que os de Pompeia, principalmente as partes em madeira. Assim, é possível ver com mais clareza a arquitetura das casas e dos edifícios que, vale lembrar, mantiveram andares superiores e tetos conservados. O preço da entrada inteira é 11 euros.

Quando ir

As épocas mais aconselháveis para visitar Pompeia são o fim da primavera e o começo do outono europeus.

Distância de Roma

2 horas e 30 minutos de trem.

Nápoles

No caminho entre Roma de Pompeia, está a província de Nápoles: um dos centros históricos mais bem conservados da Europa. Mesmo sendo a maior (e mais populosa) cidade do sul da Itália, o destino costuma ser preterido pelos turistas comuns, que dão preferência pela Ilha de Capri e as praias da Costa Amalfitana. Mas para quem quer conhecer a verdadeira essência italiana, Nápoles é parada obrigatória.

O que fazer?

Se você gosta de história e arte: Nápoles é perfeita para você que ama arte! O Museu Arqueológico Nacional (12 euros) reúne todas as peças retiradas das escavações em Pompeia e Herculano, enquanto o MADRE – Museo d’Arte Contemporanea (7 euros, com entrada gratuita às segundas) é um dos expoentes da arte contemporânea. Na curadoria do Museu de Capodimonte (7,50 euros) abriga uma das maiores coleções de arte – antiga e contemporânea – da Europa. Lá você encontra obras de artistas nativos como Caravaggio, Goya e Botticelli. Conheça, também, o Castello Sant’Elmo (10 euros) , no qual acontecem frequentes exposições de arte contemporânea e festivais de cinema, design e artes plásticas.

Se você gosta de fazer compras: Se você quer unir um passeio histórico com um dia de compras, visite a Galleria Umberto I – um dos edifícios do final do século XIX que foi destruído na Segunda Guerra Mundial e restaurado logo depois. Na sua lista também não deve faltar a via Toledo, rua clássica de compras de Nápoles. Aqui, você foge dos preços altos absurdos do quadrilátero da moda em Milão e das ruas e lojas abarrotadas de Roma. Para conferir os outlets das households italianas, vá à Piazza dei Martiri e à Via Calabritto.

Quando ir?

A melhor época para visitar é a primavera italiana – entre abril e junho – quando uma abundância de cores e perfumes está em sua máxima. Caso queria aproveitar as praias como um tipico mediterrâneo – e não se importe em disputar o espaço com muitos outros viajantes – aposte numa viagem para curtir o verão.

Distância de Roma

2 horas e 21 minutos de carro.

 

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