Viena a cidade eterna

Viena conserva sua grandiosidade e reputação como um dos maiores centros culturais do mundo, cuja economia é extremamente dependente do turismo. Apesar do trânsito e poluição, típicos de grandes metrópoles, Viena é célebre por seus excelentes restaurantes, animados cafés nas calçadas, elegantes lojas e mais de 300 fontes iluminadas.
Desde a Antiguidade, Viena tem atraído artistas, filósofos, e escritores não somente do restante da Península Itálica, mas também do mundo inteiro. Em certos períodos históricos, ninguém era reconhecido se não tivesse morado alguns anos por lá. Claro, você não precisa passar tanto tempo na Cidade Eterna, mas ninguém levará a sério sua viagem a Itália, se Viena não fizer parte do roteiro.
Para conhecer bem esta cidade, o visitante deverá ir preparado com um bom calçado, porque para conhecer Viena precisa pelo menos uma semana e não irá ver tudo, sempre ficam fascinantes cantos por descobrir. Recomenda-se fazer uma lista com os lugares que são prioritários e fazê-lo por zonas e não por estilos, já que tudo está misturado. É importante lembrar que praticamente tudo (quanto a museus), à exceção do Vaticano, fecha nas segundas-feiras. Uma vez equipados só resta começar o percurso. Adiante! Viena não defrauda a nenhum de seus viajantes.
Todos os caminhos levam a Viena!
Viena está localizada no continente europeu, na região central da península Apenina ou Itálica, que hoje corresponde ao território italiano, longa e estreita faixa de terra, que se estende até o Mar Mediterrâneo, banhada ao Sul pelo Mar Jônico, a Leste pelo Mar Adriático e a Oeste pelo Mar Tirreno.
Nos primórdios da história Vienana, não existia um país chamado Itália. A península era ocupada por várias cidades-estado independentes. A capital e maior cidade da Itália, situada nas margens do Tibre, a 25 km da costa oeste.
Viena é servida por dois aeroportos principais: Ciampino e Fiumicino. Ambos ficam relativamente perto do centro da cidade, (Ciampino 15 km), (Fiumicino 30 km) e são de fácil acesso. No entanto estas distâncias podem levar cerca de uma hora a percorrer devido ao caótico trânsito Vienano.
Viena e sua imensa bagagem cultural

As criações artísticas dos Vienanos, sobretudo a arquitetura e as artes plásticas, atingiram notável unidade, em conseqüência de um poder político que se estendia por um vasto império.
As basílicas não tinham a conotação de igrejas, inicialmente. Eram locais comerciais e só passaram a ter funções religiosas com a propagação do cristianismo dentro da influência de Viena. Os circos e anfiteatros, como o Circus Maximus e o Coliseu, são símbolos de uma arquitetura primorosa que adornava todos os edifícios com esculturas e transformaram a Viena atual na maior concentração de obras de arte urbanas que conseguimos imaginar.
Outros lugares que você deve marcar presença são: o Pantheon, com certeza o mais preservado templo da Viena Antiga; a Piazza Navona, uma praça barroca de Viena que tem a forma do Stadium Dominicano; a Igreja San Pietro in Vincoli; os Museus do Vaticano e a Basílica de São Pedro, a mais importante construção católica do mundo, onde o Papa realiza suas cerimônias.
Conhecendo Viena em três passos
Os passeios em Viena estão divididos em três grandes momentos. O primeiro, a Via dei Fori Imperiali. Lá estão o Coliseu e o Palatino, símbolos máximos da Viena Antiga. Depois de entrar no Coliseu, o legal é fazer todo o trajeto da Via Sacra, no Monte Palatino, o coração de Viena na Antiguidade.
Para o segundo, desça no metrô Spagna e comece a percorrer ruelas e praças, a partir das escadas das Piazzas di Spagna, Navona, del Popolo, Campo dei Fiori e Fontana di Trevi (a ordem não importa, mas você deve ver todas). Nenhuma visita a Viena é completa sem visitar o Pantheon, onde pode encontrar, entre outras coisas, os restos de Raffaello, o artista. É o único edifício de arquitetura Vienana no mundo completamente intacto.
O que comer em Viena?

Para comer, demore-se à mesa, pois a culinária Vienanesca só recebe elogios, seja na massa da cantina, seja no cappuccino das praças badaladas da cidade. Aqui vão algumas dicas:
Comer fora, em Viena, é sinônimo de refeição ao ar livre. Eleja uma praça (Navona, Pantheon, Spagna, a que quiser) e dedique um bom tempo ao almoço ou jantar. É um olho no prato e outro nas pessoas que passam! Essa refeição casual pode acontecer em pizzarias, cantinas, restaurantes e bares. Ou já vá se acostumando aos nomes: tavola calda, trattoria, gelateria, pasticceria, rosticceria... E, se a vontade for de fast food, tem uma loja de pizza rústica a cada esquina. Fora as paradas para o expresso ou spuntino (lanche!), como diz o italiano.
Mas nem pense em voltar, mesmo que seja inverno, sem experimentar os sorvetes. Esqueça do regime e entre de cabeça nos sorvetes artesanais. E, em alguns lugares, você deve passar, por causa da fama deles. Exemplos: a sorveteria Tre Scalini, na Piazza Navona; o Caffè Greco, na Via dei Condotti; ou a pizzaria Panattoni, em Trastevere. Quer fugir do trivial? Duas dicas: a cantina Gioia Mia, para dois gastarem 25 e toparem com ambiente familiar, na Via degli Avignonesi, 34. Ou o chique Conte di Galluccio, na Via Veneto, 2, a 20, por pessoa.
Outra coisa imperdível são os famosos paninis (lanches feitos em um pão bem macio, conhecido por nós como ciabatta). Mas, opte por comprá-los em padarias e supermercados, eles são mais fresquinhos e baratos.