Belo Horizonte é uma das poucas cidades brasileiras que apresenta elementos de uma grande metrópole juntamente com um clima das cidades do interior.
Apesar do clima interiorano, a cidade começa a enfrentar sérios problemas com o trânsito. A cada dia, o número de carros e, consequentemente do caos aumenta. Mas se você quiser fugir é só pegar um atalho, que o interior é logo ali.
Os corredores do Mercado Central é o lugar mais democrático de Belo Horizonte. Nele, você encontra pessoas de todas as classes sociais com um único objetivo: encontrar os produtos mais variados.
A população local tem um velho ditado que diz: se você não encontrar o produto que deseja em uma das 400 lojas do mercado, é porque ele não existe. Além das compras, uma das atrações favoritas dos visitantes é se sentar em um dos muitos botecos, saborear os petiscos e ver a vida passar.
Belo Horizonte é a capital brasileira dos botecos, há os tradicionais como a Casa Cheia e o Café Palhares e os mais modernos como o Maria de Lourdes Botequim.
Para divulgar a “baixa gastronomia”, categoria que se enquadram os pratos servidos nos botecos, a cidade promove diversas ações. Entre elas, uma em que os frequentadores experimentam todos os pratos concorrentes e, assim conhecem os botecos que os preparam.
O que você não pode perder em Belo Horizonte é o conjunto de prédios desenhados pelo Oscar Niemeyer, que fica em volta da Lagoa da Pampulha.
Comece pelo Museu de Arte da Pampulha, depois vá até a Igreja de São Francisco de Assis, principal símbolo da cidade e, por fim conheça a Casa do Baile, no prédio sempre acontecem exposições.
Brumadinho fica a 60 km de Belo Horizonte, nela está instalado uma das mais importantes coleções de arte contemporânea do Brasil, o Museu de Inhotim. Entre os artistas brasileiros há nomes como o de Hélio Oiticica, Tunga e Amilcar de Castro.