Praga: A jóia do leste europeu
Praga pode até parecer, à primeira vista, mais uma linda capital européia entre tantas outras. Mas definitivamente, não é. Praga é muito mais. Não se trata de uma cidade apenas atraente, é uma belíssima cidade, entre as três mais bonitas cidades européias.
Antes era quase inexistente o turismo, era muito difícil entrar no país, quase impossível. E essa é a razão porque o mundo descobriu Praga e todos resolveram vir conhecê-la de uma vez.
Praga é a cidade encantada de pontes, catedrais, torres douradas e cúpulas de igrejas, mas também uma moderna metrópole européia, que se reflete há mais de dez séculos na superfície das águas do rio Vltava. A superfície ondulada concede à Praga uma beleza singular e um panorama impressionante. As colinas praguenses oferecem uma infinidade de vistas magnífica.
O leito do rio Vltava atravessando Praga mede 31 km de distância com a largura máxima de 330 m. O Vltava dá origem a um outro aspecto específico da cidade - ilhas e meandros com cantos românticos.
A capital da República Checa, também chamada de Paris da Europa Oriental, está na moda por reunir beleza, história, diversão, hospitalidade e preços atraentes.
Bolesuav Pecke, 66 anos, faz parte de uma geração de checos que ainda marca o tempo pela passagem do sol. Todos os dias, assim que a tarde cai na capital da República Checa, o saxofonista de cabelos e pele branca ajeita-se num banquinho da Stare Mesto, centro de Praga, e executa até o anoitecer, clássicos do jazz de todos os tempos. Os olhos azuis de Pecke, que já viram seu país atravessar uma guerra mundial e décadas de ditadura comunista, agora assistem Praga ser invadida por turistas de todos os lados do planeta - cerca de 7 milhões de pessoas por ano. Melhor assim, diz o músico, que garante não sentir saudades dos tempos difíceis da juventude e das intempéries políticas que marcaram o passado recente dos checos.
A opção de marcar o tempo pela passagem do sol não ocorre por falta de método mais eficaz. Afinal, desde 1410 o gigantesco Relógio Astronômico registra com precisão a hora certa na cidade. "Venho ao entardecer porque já não posso com o sol forte", diz Pecke, para quem os 22 graus do verão checo é considerado "horce", ou "quente demais".
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Praga: Paraíso cultural
Praga é uma das nove cidades européias que já ganhou o titulo de cidade européia da cultura, foi concedido a esta cidade devido aos inumeráveis museus e galerias com exposições excepcionais, ás umas dezenas dos teatros e notáveis salas de concertos que costumam hospedar estrelas da arte mundialmente reconhecidas.
Uma cidade em que a cultura e as artes brilham com especial intensidade. A variedade de atividades culturais é tão impressionante como as mostras artísticas que pode-se contemplar. Os amantes das artes encontram nesta cidade um verdadeiro paraíso cultural.
As entradas dos eventos costumam acabar rapidamente, convém reservá-las com bastante antecedência. Se não conseguir uma entrada pode dirigir-se diretamente à portaria antes que comece o espetáculo, sempre existe a possibilidade de alguém ter decidido não entrar e pode-se ficar com essa valiosa entrada. Quando se consegue no último momento, as entradas costumam ser bastante caras e é necessário vestir-se adequadamente. Outra possibilidade é adquirir as entradas nas agências de Ticket Services em Madrid o, em Praga, em Ticketdro.
Na capital checa encontram-se numerosos teatros, salas de concertos, espaços para exposições, museus e galerias. Não é por acaso que se diz, que Praga tem tantas faces como cada um pode desejar. E, a cada um dos veraneantes, ela mostra uma das suas encantadoras faces …
Em Praga é organizado, durante todo o ano, concertos de música clássica. Os ambientes são variados desde antigas igrejas a formosos auditórios como o Smetana Hall, sede da Orquestra Sinfônica de Praga situado num edifício art-nouveau em Republiky 5, o Palácio da Cultura e a sala Dvorak (em Rudolfinum, Praça Jana Palacha), sede da Orquestra Filarmônica Checa situado num edifico neorenascentista onde celebra-se a inauguração e encerramento, sobre tudo, do famoso Festival Internacional de Primavera de Praga.
Arquitetura
Praga é a cidade onde os mais variados estilos arquitetônicos se mostram numa simbiose única, uma metrópole cheia de ruelas românticas, o tesouro de arquitetura do centro histórico. No decorrer do primeiro passeio pela cidade, percebe-se que o desenvolvimento da arquitetura européia passou por aqui deixando fantásticos objetos representantes de cada um dos estilos arquitetônicos. Pode-se admirar construções em estilo românico, gótico, renascença, barroco e classicista ou inúmeros elementos de pseudo-estilos ou de Arte Nova. Além disto, Praga é igualmente uma cidade verde. Por exemplo, pela encosta que leva ao Castelo, é até hoje visível, a preocupação dos arquitetos barrocos em combinar a construção dos palácios com a traça de jardins cheios de pavilhões, pérgulas e caramanchões.
O centro de Praga caracteriza ruelas ziguezagueantes e edifícios de todos os estilos arquitectónicos - rotundas românicas, catedrais góticas, palácios de estilos renascença e barroco, casas em estilos de classicismo, Arte Nova, cubismo e funcionalismo ou edifícios modernos.
Praga é um museu a céu aberto, tamanha a completude do conjunto arquitetônico. Os olhos, assim, surpreendem-se a cada instante com o que é imponente: a enorme catedral São Vito, no castelo de Praga, a Casa Municipal, com seu ouro e suas pinturas, ou a torre gótica que fica no fim da ponte São Carlos.
Praga nos faz andar com a cabeça alçada ao céu, admirando as torres e os cumes das catedrais, ao mesmo tempo que nos faz fixar os olhos em um detalhe de uma pintura, em um lustre de um saguão de teatro ou em um piso de uma sala de concertos.
Praga: Jóia de pedra!
Cortada pelo rio Vltava, Praga pode ser dividida em seis partes principais: Staré Mésto (Cidade Velha, onde está o centro), Josefov (bairro judeu), Nové Mésto (Cidade Nova) e Vysehrad, que ficam na margem direita do rio; e Hradcany (bairro onde fica o castelo de Praga e onde foi fundada a cidade) e Malá Strana (a Cidade Pequena, onde todas as construções são anteriores ao século 19), que estão na margem esquerda. Ainda que um dia em cada região dê para conhecê-las bem, sempre fica o gostinho de voltar no dia seguinte para o mesmo lugar, para descobrir novos edifícios ou contemplar as estátuas de uma igreja.
Ponto onde se encontram os melhores restaurantes, teatros e lojinhas para fuçar, o bairro que serve de palco para o músico é certamente o melhor lugar para hospedar-se em Praga. A "cidade velha", tradução para Stare (antigo) e Mesto (cidade), concentra as mais famosas atrações da capital checa. Além do Relógio Astronômico, de onde os visitantes que superarem os 70 metros de escadarias podem vislumbrar o centro antigo, estão por lá a catedral gótica Tyn e o monumento ao pensador e religioso Jan Hus. Visionário, ele foi precursor das reformas protestantes ao denunciar, ainda em 1400, a corrupção na Igreja Católica. Excomungado, foi punido com a morte na fogueira.
Uma dica utilíssima para explorar a Stare Mesto é caminhar acompanhado de um bom mapa, que pode ser obtido gratuitamente em qualquer um dos muitos Tourist Offices que se esparramam pelo centro histórico. As tortuosas vielas medievais do bairro são um convite à perdição, em todos os sentidos, até mesmo no mais literal deles.
Quem se encontrar entre as lojas de cristais, cervejarias e shows de marionetes em praça pública - uma mania e uma tradição em Praga - pode achar no mapa o caminho para a rua Celetná, onde há quase cem anos foi erguida o Obeceni Dum, algo como "Ópera Municipal", numa tradução livre. O prédio art nouveau é belo por fora e esplêndido por dentro. O espaço para concertos, o Smetana Concert Hall, é uma dessas preciosidades arquitetônicas que dão a Praga a fama de "Paris do Leste". A menos de 200 metros da Ópera fica outra pérola da Bohemia, o Teatro Estates.
Menos suntuoso que o prédio vizinho, o Estates é uma construção em estilo neoclássico onde executou-se pela primeira vez a ópera Don Giovanni, em 1787, regida pelo próprio autor, um tal Amadeus Mozart, então apenas um jovem talentoso.
Erguida às margens do rio Vltava, a Stare Mesto fica na margem oposta a outro famoso bairro de Praga, o Hradcany, o distrito do Castelo Real. Ir de um bairro para outro é fácil e a viagem pode ser feita de metrô - limpo, rápido e eficiente - ou a pé, em 15 minutos de caminhada. Construído sobre uma colina, o castelo, com suas torres e muralhas, domina a paisagem de Praga e pode ser visto de vários pontos da capital checa. Reconhecido pelo Guiness Book como "o maior complexo palaciano da Terra", o castelo é praticamente uma nova cidade dentro da cidade. Até os tíquetes vendidos na entrada do complexo são divididos por setor.
Ocupado por conventos, basílicas, uma catedral e até pela sede do atual governo, o castelo deixa seus visitantes tão perdidos quanto uma criança na Disneylândia e impõe ao visitante a árdua tarefa de escolher o que ver e o que deixar de lado. A troca da guarda ao meio-dia no Palácio Presidencial, ao som de bandinha e fanfarra, é um dos programas difíceis de abrir mão. Assim como apinhar-se em frente à casa número 22 do complexo, onde viveu o escritor Franz Kafka, ou explorar a Basílica de São Jorge. São pontos de um circuito obrigatório. Nada é tão emocionante, no entanto, quanto subir à torre da catedral. Um elevador poupa as pernas e pulmões mais cansados e descortina uma nova Praga, que vista do alto é assim... de deixar "quase" sem palavras.
Observe bem esse "quase", pois ao mesmo tempo que tira o fôlego, Praga inspira, há séculos, o verso e a prosa de renomados intelectuais. Foi assim com o poeta alemão Goethe que, ao comparar as cidades de seu tempo às pérolas de uma coroa, escreveu que Praga é "uma jóia de pedra, a mais bonita da coroa no mundo". Outro poeta a inspirar-se no desenho tortuoso das ruas de Praga e na atmosfera melancólica de uma região freqüentemente coberta pela neblina, definiu sua terra natal como "cidade dos mil espíritos". Dedicado à reflexão de temas como a fragilidade do homem frente à opressão da família e da burocracia, Kafka ambientou nas ruas de Praga seu mais perturbador romance, A Metamorfose.
Um ótimo lugar para descobrir a literatura de Kafka é o pequeno quarteirão chamado de Mala Strana. Localizado logo abaixo da colina do castelo, a área está repleta de bares, lojas e restaurantes - muitos deles um dia freqüentados pelo próprio Kafka. Tem deliciosos coffee shops onde são servidos generosos canecos de cerveja e iguarias doces, como o knedliky (uma almôndega de arroz, adocicada) e salgadas, como o kapr máslem, uma carpa assada na manteiga. A mesa de um bar qualquer em Mala Stana, asseguram os filósofos checos, é o melhor lugar para se compreender a profícua obra de Kafka. Mais ainda, dizem os especialistas em germanística, entenderá sua obra quem provar uma ou duas canecas de Pilsner Urquell, a mais famosa das cervejas da cidade.
Em Praga, o quarteirão dos bares é também a quadra do mais imponente santuário da cidade. Se você puder visitar uma só igreja em Praga, vá a paróquia de São Nicolau, que fica em Mala Strana. A construção barroca é, de longe, a mais bonita da cidade e visitá-la serve de pretexto para caminhar até a ponte Carlos IV, o mais famoso cartão-postal checo. Construída no século XIV, a ponte tem 30 estátuas ornamentando seus 516 metros e duas torres.
Entre elas, bem no centro da ponte, uma das esculturas reproduz a imagem de São João de Nepomuk, um padre lançado ponte abaixo com braços e pernas amarradas. O motivo da condenação foi a recusa de Nepomuk em revelar ao rei Venceslau IV as confissões de sua esposa, a rainha da Bohemia (o antigo nome do país).
Passado o tempo das execuções, a ponte é hoje um primor medieval onde vale a pena gastar umas duas, três horas apreciando a paisagem entre as dezenas de artistas que vendem quadros, souvenires ou dançam ao som melancólico de composições da Idade Média.
O lado moderno
A menos de dez estações de metrô da ponte Carlos IV fica uma nova Praga, moderna e de avenidas largas, não por acaso, chamada de Nowe Mesto (Nova Cidade). As principais atrações do bairro moderno ficam no entorno da Praça Venceslau que, apesar do nome não é bem uma praça, mas sim uma longa e íngreme avenida.
Menos popular entre os turistas, o comércio da avenida (ou praça) oferece pechinchas imperdíveis e tem as melhores taxas de câmbio da cidade. No alto da ladeira, fica o imponente Museu Nacional, um ótimo lugar para sentar-se em final de tarde e provar o apimentado hot dog checo, feito com uma salsicha de 20 cm encaixada num pão pequenino, atolado em mostarda.
Enquanto a mostarda suja os dedos de amarelo, a tardinha cai pintando de laranja o céu da República Checa. Com o crepúsculo de mais um dia, é de se imaginar que Bolesuav Pecke esteja de volta a seu banquinho na Stare Mesto, interpretando algum bebop dos anos 40.
Praga: Atraente e saborosa
A cozinha checa é capaz de agradar os apreciadores de uma boa culinária. Apesar de terem sido expostas às influencias estrangeiras (da Hungria, da Áustria, e da Alemanha), as receitas tradicionais checas permanecem a sua maior fonte da inspiração. Os ingredientes básicos originam da produção agrícola local - sobretudo cereais, leguminosas, batatas e carne ou aves. Essas substâncias aparentemente simples deram origem aos pratos deliciosos e cheios de fantasia, típicos exclusivamente para a cozinha checa. Há entre eles, os bolos de farinha chamados "knedliky", uma oferta rica de molhos, cremes e sopas, molho de natas e legumes chamado "sví?ková" ou "vep?o knedlo zelo", traduzido, palavra por palavra, como "suíno-bolo-chucrute".
Além do peso da história e das construções deslumbrantes, Praga pulsa mais forte nessa região. Repletos de artistas e estudantes, os bares não fecham cedo e sempre há uma cozinha aberta a fim de servir um prato de bramborók, panqueca de batatas famosíssima em todo país. Para acompanhar, os menus listam dezenas de tipos de cerveja, todas finíssimas, vendidas em canecos de meio litro por preços entre 60 e 100 coroas, o equivalente a um ou dois euros.
Praga é muito bem servida de restaurantes, cidade onde se come e se bebe muito bem, pra todos os gostos, estilos e orçamentos. E, para quem tem uma vida noturna intensa, repleta de bares, discotecas, inferninhos e boates de primeiro mundo, paraíso de diversão adulta pra todos os gostos.
Dos franceses sofisticadíssimos e quase inacessíveis (reservas com um a dois meses de antecedência) aos checos centenários, dos italianos aos cantoneses, dos americanos fast ou slow food aos brasileiros (sim, há restaurantes brasileiros em Praga, acredite).
Como em quase qualquer capital européia há uma variedade bastante satisfatória de gêneros e nacionalidades de cozinhas de restaurantes.
Para além da comida, a decoração também é atraente nos restaurantes situados na Cidade Antiga de Praga, em geral situados em prédios centenários e muitas vezes no subsolo, como se fossem calabouços, mas extremamente aconchegantes e simpáticos, atraentes e confortáveis.
Em todas as regiões da cidade há ótimas opções de restaurantes, bares e cafés. Especialmente as casas de lanches, sanduíches e doces.
Os doces são lindos e deliciosos. Feitos com chocolate, morangos, amoras, cerejas e framboesas são de encher os olhos. E os restaurantes de comidas típicas abusam das pimentas, não diga sim se o garçom perguntar se você quer pimenta extra: são mais fortes que as dos acarajés ditos "quentes" da Bahia.
Os costumes alimentares da população checa não diferem muito das outras nações europeias. O dia é dividido em partes pela trindade dos pratos: o pequeno-almoço, o almoço e o jantar. Para maioria dos checos, almoço é o maior prato do dia. Em casa ou no restaurante, o almoço típico consta de três pratos: sopa, prato principal e sobremesa (ou, eventualmente, salada).
Os cozinheiros checos, sabem fazer sopas cremosas deliciosas, cujo ingrediente principal pode ser carne, leguminosas, ou hortaliça. O valor nutritivo dessas sopas é comparável com o dos pratos principais, prove a sopa de batata, que cheira à manjerona, a sopa de goulash servida em prato de pão, ou a sopa de tripas bovinas, uma delicia!
Praga: As margens do rio Vltava
Praga é a capital da República Checa, com a área de 496 km2 e a população de 1.200.000 habitantes. Suas origens remontam ao ano da fundação do Castelo de Praga - 870 A.D. Todavia já no período neolítico havia povoações no seu território. Com a sua extensa história e a sua especial localização entre o Oriente e o Ocidente, desenvolveu um caráter único, mistura de culturas e tradições, que lhe confere uma harmonia essencial e um cenário natural difícil de encontrar em outra cidade do mundo. A capital e a maior cidade da República Checa está as margens do rio Vltava (Moldava).
A República Tcheca está situada bem no centro da Europa e, portanto, é muito fácil visitá-la. Existem conexões aéreas entre a capital Praga e todas as capitais da Europa e várias outras cidades no continente europeu e no mundo. Esta localização estratégica do país oferece muitas opções de viagem entre a República Tcheca e o Brasil, mesmo não existindo vôos diretos.
INFORMAÇÕES GERAIS
Documentos exigidos para entrada na República Checa: apenas o passaporte válido, já que brasileiros viajando a turismo - e cuja permanência não ultrapasse 90 dias - não precisam de visto
Idioma: o checo é a língua oficial do país, mas fala-se alemão e russo também.
Moeda: coroa checa (1 euro vale cerca de 30 coroas e R$ 1,00, em torno de 10 coroas.
Fuso horário: quatro horas a mais
Embaixada brasileira em Praga: Panská 5, 11000, Praga 1, tel: (00XX420) 22432-1910.
Quando ir:
O aquecimento global está fazendo com que os últimos invernos tornem-se um dos mais amenos em quase 100 anos. E, no verão, a temperatura pode passar dos 30 graus. As estações mais agradáveis são a primavera e o outono.
Transportes:
As principais atrações turísticas de Praga podem ser alcançadas a pé. Mas, conforme o tempo de que você disponha, o ideal é utilizar o metrô e os bondes, que são pontuais e vão para todos os lados. Os bilhetes podem ser comprados nas estações de metrô e nas lojas de tabaco. Você precisa validar o ingresso quando entrar no metro ou no bonde (o bilhete vale para ambos). Muita gente não o faz, porque os controles são raros. Mas o infrator apanhado em um controle pode ter que pagar uma multa.
Idioma é obstáculo contornável
Com muitos turistas o ano todo, Praga desenvolveu uma eficiente rede de apoio ao visitante e tem escritórios de turismo em vários pontos da cidade - a começar pelas estações de trem e o aeroporto.
O deslocamento por Praga é simples, com a rede de metrô cobrindo quase toda a cidade. Uma curiosidade é que, a exemplo de outras capitais da Europa, o metrô não tem catracas. Você compra o tíquete numa máquina (com moedas), valida e o guarda no bolso, caso de algum fiscal apareça.
Nas lojas e restaurantes é muito comum encontrar garçons e menus bilíngües. O inglês é, de longe, a língua mais popular. Outros idiomas razoavelmente conhecidos são o russo e o alemão que, por razões históricas, são populares na República Checa - que já se chamou Bohemia e Tchecoeslováquia. Nenhuma palavra em inglês ou russo, no entanto, vai causar tanta empatia quanto dizer alguma coisa em checo. Experimente e diga "Prosín, pivo" em vez de "Please, one beer".
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