Bienvenue a Paris
A descoberta da França começa pela capital, uma cidade sem igual no mundo, sempre surpreendente.
Paris é uma festa para os sentidos. De ouvir o melodioso som das conversas em francês ao cheirinho delicioso de uma nova fornada de croissants ou de macarons nas boulangeries e pâtisseries, do prazer sublime de saborear uma porção de queijos acompanhada de um vinho nacional à glória de entrar em uma loja de grife fabulosa e tocar numa bolsa ou qualquer outro objeto do desejo que custa alguns milhares de euros, é impossível ficar indiferente aos apelos da cidade mais visitada e das mais inspiradoras do mundo.
Paris romântica, emocionante, histórica, Paris vibrante, elegante! Paris para namorar, Paris para crianças... Se você estiver em Paris à noite, especialmente durante o Natal e o Ano Novo, não será difícil entender o motivo da expressão "cidade luz". A iluminação enche os olhos de todos que por lá passam. Mas não é só a luminosidade que é abundante na cidade. A arquitetura exala beleza e a programação cultural é intensa.
Especialmente no plano visual, com seus monumentos grandiosos, museus com acervo idem - só o Louvre detém 400 mil obras de arte, das quais "apenas" cerca de 35 mil ficam em exposição permanente -, românticas pontes ao longo do Rio Sena que convidam a uma caminhada (especialmente a dois), jardins e áreas verdes de proporções generosas, uma prefeitura que parece um palácio...
As pontes de Paris, as tulipas, os monumentos, os museus, as lojas deslumbrantes, os ballets, o croque-monsieur, todo requinte, o sotaque, os cafés, os vinhos, o Luxembourg...Uh la lá...
Com tantos "ângulos fotogênicos", Paris pode ser apreciada, sentida e vivida de muitas maneiras, com 100% de aprovação, pelos casais apaixonados, pelos gourmets, pelos que querem aproveitar a oferta cultural e artística da cidade, pelos consumidores vorazes pelos últimos lançamentos da moda, pelos alternativos e descolados.
Compre sua passagem para Paris
Compre seu pacote para Paris
Reserve seu Hotel para Paris
Paris: Arquitetura, museus, arte...
Paris por séculos foi considerada como o centro cultural principal do mundo ocidental, de um ímã para artistas e dos intelectuais.
Hoje é conhecida como a cidade dos artistas. Poucas cidades no mundo são tão importantes por sua história, arquitetura e sua arte, que se encontram no Museu do Louvre, referência obrigatória. Sem esquecer o Museu d' Orsay e sua coleção de obras Impressionistas, ou o Centro G. Pompidou, de arte moderna. Assim como os museus do Homem (Palais Chaillot), de Picasso, de Rondin, entre centenas de museus da cidade.
Dentre os monumentos, a Catedral de Notre-Dame; a Conciergerie, palácio dos Capeto convertido em prisão de personagens célebres e da realeza.
Em Paris é possível apreciar o melhor da linha cultural e artística dando seqüência através dos teatros, óperas, concertos, e ballets, sempre prestigiados por platéias grandiosas.
Na lista dos preferidos
Segundo os dados da Maison de la France, há dois templos religiosos que recebem mais turistas que a Torre Eiffel. A Notre-Dame é a campeã de preferências. Pelo tempo que levou para ser eregida - quase 200 anos, entre os séculos 12 e 14 -, faz sentido que essa catedral gótica seja tão admirada. Mas não é só isso. Ela é, geograficamente, o marco zero da capital, a partir de onde começa a contagem dos arrondissements (como os parisienses chamam seus bairros) e até das distâncias das estradas francesas. Por lá, além de observar sua imensa nave central e os vitrais coloridos, que garantem um espetáculo natural quando a luz incide sobre eles, vença a preguiça e suba uma escada que leva ao topo de uma das torres da igreja, de onde se pode ver os detalhes das gárgulas que adornam a construção. Sem falar, é claro, de mais uma memorável vista da Cidade Luz.
Depois da Notre-Dame, o outro templo visitadíssimo - em 2003, recebeu 8 milhões de turistas - é a Basílica de Sacré-Coeur, em Montmartre, bem longe dos tradicionais cartões-postais de Paris, no 180 arrondissement.
Em estilo romano-bizantino, a igreja, construída entre 1876 e 1914, é enorme (sua cúpula central mede 83 metros) e muito branca. Guarda em seu interior um dos maiores mosaicos do mundo com a representação de Jesus Cristo de braços abertos.
Da basílica, passeie, sem pressa, por Montmartre. Se assistiu ao filme francês O Fabuloso Destino de Amélie Poulin, certamente vai reconhecer alguns cenários do bairro, que pontuam o cotidiano da personagem interpretada por Audrey Tatou. Depois, tente imaginar a efervescência desse pedaço no século 19 e nas primeiras décadas do século 20, quando foi o mais famoso point da boemia e das artes da cidade, já que atraía pintores e outros artistas em início de carreira por oferecer aluguéis baixos.
Toulouse-Lautrec, por exemplo, retratou as dançarinas de cancã do Moulin Rouge, o famoso cabaré que ainda segue na ativa - mas muito mais comportado que naqueles tempos em que reinava o absinto - e inspirou o filme homônimo, com Nicole Kidman. Picasso e outros artistas cubistas discutiram e criaram o movimento nos estúdios Bateau-Lavoir, na Place Émile-Goudeau. Sem falar de gênios como Modigliani, Cole Porter, Ernest Hemingway, James Joyce e T.S. Elliot, que trocaram a seriedade de seus países de origem pelo clima festivo e de animadas rodas intelectuais que se formavam na Paris daqueles tempos.
Por falar de arte, pelo menos outros dois museus não podem ficar de fora da sua lista de passeios. Um é o d'Orsay, que ocupa o interior de uma estação ferroviária neoclássica, com teto de vidro e arcos de ferro da construção original.
Estar em Paris e não visitar os museus da cidade é o mesmo que não ter sequer pisado na capital francesa. A dica principal é adquirir a "Carte Musée et Monuments", uma espécie de passe livre para mais de 60 museus e monumentos de lá. O preço varia de acordo com a quantidade de dias que você quer passar visitando locais como o Centro George Pompidou, um museu de arte moderna - como denota a sua fachada, com tubulações à vista e bastante coloridas -, focado na produção artística dos séculos 20 e 21. Ficam em exposição cerca de 850 obras, mas o centro tem, ainda, 1.500 m2 de área para exibições temporárias, espaço para apresentações dos mais variados tipos, uma espécie de praça de alimentação e até salas de cinema.
Descubra Paris
Tamanho é documento
Apesar de não ser o ponto mais visitado da cidade - contrariando o que todo mundo pensa -, vale começar a explorar Paris por seu cartão-postal máximo, a Torre Eiffel. Ok, as filas são sempre enormes, mas já pensou em fazer o programa no começo da noite? A essa hora, além de concentrar muito menos gente, o visual da cidade ao começar a ser iluminada é desconcertante.
Aproveite a chance de ter uma das mais belas cidades do mundo a seus pés e jante por ali mesmo: o restaurante Altitude 95 fica no primeiro nível da torre e o Jules Verne, no segundo.
Seguindo a linha das atrações grandiosas, o próximo passo pode ser o Museu do Louvre. A não ser que seu objetivo seja se enfiar de cabeça na coleção do museu, siga para lá tendo em mente o que deseja ver. Se a andança pelo Louvre não tiver consumido todo o seu ânimo, invista em seguir o passeio a pé. Afinal, o museu está na rua Rivoli e pertinho da Faubourg Saint-Honoré, cheia de lojas e boutiques finas. Outro footing legal é a partir de uma avenida super familiar dos filmes e do noticiário da TV: a Champs-Élysées, que começa na Praça da Concórdia.
Entre construções do século 19, bistrôs e cafés, numa atmosfera super charmosa, o turista chega ao Arco do Triunfo, uma estrutura literalmente à altura de seu objetivo: com 50 metros de altura por 44 metros de largura, o arco foi erguido a mando de Napoleão Bonaparte para celebrar as vitórias de seu exército. A construção também guarda o túmulo em homenagem ao soldado desconhecido e, em seu topo, acessado a partir de uma passagem subterrânea, há uma sala de exposição, mas o que é bacana mesmo é ver o vaivém de gente e de carros ali de cima.
Noutros cantos da cidade
O George Pompidou fica no Marais (lê-se "Marré"), bairro onde vivem muitos judeus e que não faz muito entrou na moda. Eis aí uma dica mais fora do lugar-comum e que, certamente, você vai adorar conferir. Além de reforçar sua bagagem cultural por lá - o Marais conta, ainda, com o Museu Picasso, com o Cognac-Jay e com a casa, aberta à visitação, do escritor Victor Hugo -, o lugar tem incontáveis lojinhas bacanas, bistrôs, cafés e boulangeries, todos sensacionais. E tem mais: a região atrai uma população GLS das mais animadas, que transforma a noite numa grande festa.
Não vá embora, em hipótese alguma, sem passar pela bárbara Place des Vosges, sem dúvida uma das praças mais encantadoras do mundo. É tão bonita e cheia de história que nada do que está ali (36 casas, nove de cada lado da praça) sofreu qualquer alteração nos últimos 400 anos.
É claro que os passeios de bateau mouche ao longo do Sena são bem mais famosos, mas, para ampliar os horizontes, que tal embarcar em um cruzeiro pelo Canal de Saint-Martin? Com a empresa Canauxrama, a partida é da marina Paris Arsenal rumo ao Bassin de la Villette, próximo ao Parque de la Villette - ou vice-versa -, que guarda a Cidade das Ciências, a Cidade da Música e jardins temáticos. No verão, multidões se aglomeram para assistir ao cinema de rua nas paredes da Cidade das Ciências.
Durante duas horas e meia, passando debaixo de comportas e pontes (incluindo uma interessante ponte levadiça, chamada Crimée), você poderá ver o histórico Hotel du Nord, as boutiques badaladas, os charmosos cafés em estilo retrô às margens do Saint-Martin e o Bassin de la Villette, um antigo porto de comércio que foi remodelado.
Montmartre e Sacre Coeur
O Montmartre é um dos lugares mais poéticos de Paris. No alto de suas escadarias é possível ver a melhor vista da cidade. Veja, literalmente, a vie en rose (a vida cor-de-rosa) num anoitecer de verão, sentado nas escadarias da Sacre Coeur. A basílica está aberta até as 11 horas da noite, não há desculpas para não visitá-la. As portas da Sacre Coeur concentram uma efervescente movimentação até depois da 1h, quando são apagadas as luzes da torre Eiffel.
Pigalle
O ar decadente faz de Pigalle um dos lugares mais agitados da juventude parisiense. Pigalle foi o berço do can-can, de cabarés e prostíbulos. Hoje abriga sex-shops, danceterias, bistrôs, bares de strip-tease, casas noturnas como o famoso Moulin Rouge.
Chatelêt
Chatelêt é um palco privilegiado que recebe orquestras, óperas, e o melhor da música internacional, inclusive a MPB. Também é a praça de onde partem os ônibus noturnos, sempre à 1h30, 2h30, 3h30...
Não deixe de conhecer os arredores da cidade. Você pode ir para a Disneyland Resort Paris que é uma versão compacta do mundo encantado da Disney na Europa. Outra dica é o Palácio de Versalles.
Considerado um dos maiores do mundo o Palácio de Versailles possui 2 mil janelas, 700 quartos, 1.250 lareiras e 700 hectares de parque. Além disso, ele é também um dos pontos turísticos mais visitados de França, chegando a receber 8 milhões de turistas por ano.
Se você sentiu falta de alguma atração que é marca registrada de Paris ou indicaria outros passeios na Cidade Luz, não se estresse. Sempre há Paris. Para uma, duas, para um sem-fim de viagens. Sempre diferentes, sempre inesquecíveis.
Paris: A cidade da gastronomia
Uma refeição na França não é um ritual, um acontecimento especial, o melhor momento do dia, que pode durar várias horas ou mesmo uma noite inteira. As refeições são sempre acompanhadas por vinho, mesmo em almoços no refeitório do trabalho.
É na mesa que os franceses passam as horas mais agradáveis das suas vidas. Aniversários, casamentos, formaturas, datas especiais são sempre comemoradas em jantares, seja por jovens ou pelos mais velhos.
Paris não conta com uma cozinha própria de grande tradição e sua arte culinária radica em que, ao converter-se no centro da nação, os imigrantes têm levado a esta cidade suas especialidades regionais. Na Cidade da Luz quase se tem ao alcance toda a comida francesa regional assim como uma magnífica representação de cozinhas internacionais.
Paris e seus sabores, seus bistrôs, seus molhos que nos enfeitiçam. Em Paris a comida dá tanto prazer, que achamos que estamos sonhando! Suas patisseries inigualáveis, sem esquecer do simples croissant ...e os queijos, os vinhos...Que delícia!
As saladas, cremes, foundues, as cassarolas, tudo, absolutamente tudo, vem precedido ou acompanhado por queijos. O mais barato é também o mais consumido: cammembert. Mas, acredite ou não, os franceses afirmam produzir mais de 3 mil tipos de queijos diferentes. Dá para passar quase dez anos provando um queijo por dia, sem repetir.
Paris não é barata: seus restaurantes luxuosos estão entre os mais caros do mundo, e os bistrôs de bairro não são comuns. Mas uma busca cuidadosa revela tanto novos quanto velhos lugares que não são apenas acessíveis, mas também extraordinários. Confira algumas dicas:
RESTAURANTES
ALAIN DUCASSE
O super chef Alain Ducasse comanda o marvilhoso restaurante situado no Plaza Athénée, num ambiente moderno criado por Patrick Jouin.
TRAIN BLEU
Parece museu numa estação de trem, mas é restaurante e muito exuberante! Com 100 anos, o prédio é tombado em estilo Ópera Garnier, é lindo!A cozinha é tradicional, e a visita é obrigatória!
TAILLEVENT
Se você for gourmet vai adorar! Conhecido mundialmente por sua excepcional cozinha, ótimo serviço e boa decoração fazem um lugar inesquecível.
L´AMBROSIE
Provavelmente um dos melhores restaurantes da França, carésimo, mas compensador; decoração linda, à luz de velas, ótima seleção de vinhos e...perfeito!
Paris: E onde fica?
Paris é a capital e a maior cidade da França, bem como a capital da região administrativa de Île-de-France, na bacia parisiense. A cidade é atravessada pelo rio Sena. É a segunda maior metrópole da Europa (só menos populosa que Moscou), e é a maior cidade francófona do mundo.
Paris tem uma das redes de metrô mais eficientes e completas do mundo.. O melhor é comprar a Carte Orange, um bilhete pago por mês e que te libera para infinitas viagens durante o período. Ela varia o preço de acordo com a quantidade de linhas de metrô que você gostaria de ter acesso. Para saber qual a melhor opção, há guichês específicos nas estações do metrô e até maquininhas eletrônicas bem explicativas. Em francês, lógico...
Informações Gerais
Quando ir: A primavera é ideal para descobrir Paris através de uma boa caminhada, os jardins ficam maravilhosos e sempre verá uma nova arvore florida. Na primavera e no verão é quando começam a maioria dos festivais de músicas e cinema ao ar livre. Que são de graça ou com um preço bem em conta. Em julho, vale a pena curtir a Paris Plage ( a praia improvisada às margens do rio Sena).
Paris tem 105.397 km2 e 2.100.000 habitantes.
Fuso horário: 3 horas a mais em relação a Brasília.
Idioma: Francês
| |