Veja como descobrir o país por inteiro, do lado inglês e do lado francês, em uma viagem que começa em Vancouver e passa por Calgary, Victoria, Montreal, Quebec, Toronto... POR MILTON FARO A receita do sucesso do Canadá como destino de férias é simples: junte um montão de modernidade norte-americana, um punhado da cultura européia, uma pitada reforçada de simpatia, e aí está o Canadá - absolutamente delicioso, mesmo que para alguns seja sinônimo de clima frio. É verdade que a temperatura no país exige um agasalho pesado em quase dois terços do ano, mas só assusta mesmo em algumas regiões mais ao norte. A partir de abril o Canadá já começa a ficar quentinho e acolhedor. Com a temperatura subindo, o canadense curte a vida ao ar livre, passeios em lagos, trilhas e caminhadas. As cidades ganham festivais de música, espetáculos de teatro e exposições de arte. O Canadá é o segundo maior país do mundo em território e para conhecê-lo bem seria preciso mais de um ano. Como não é possível, reserve pelo menos duas semanas. Inclua em seu roteiro Vancouver, Victoria, Calgary e Edmonton no lado do Pacífico e não vá se esquecer das Montanhas Rochosas (aliás, depois de visitá-las, você nunca mais vai esquecê-las). Do lado leste, Montreal e Quebec permitem descobrir a região onde se fala o francês. Passe em Ottawa para ser apresentado à capital do país - além, é claro, de incluir Toronto na ida ou na volta, pois a cidade é a porta de entrada de vôos do Brasil. E pode apostar: é entrar no Canadá com o pé direito. Um dos melhores países do planeta para viver, o Canadá também é um bom local para uma temporada de estudos no exterior que é reconhecido mundialmente pela qualidade de seu sistema educacional. O Canadá é um dos países mais multiculturais do mundo, tendo sido colonizado por franceses e ingleses, cerca de um terço da população do Canadá possui descendência inglesa, escocesa ou irlandesa; e um quarto da população do país possui algum degrau de descendência francesa. Além desses, outros três maiores grupos étnicos mais presentes no país são de alemães, italianos e chineses. Compre sua passagem para Canadá Compre seu pacote para Canadá Reserve seu Hotel para Canadá
A cultura indígena é a única verdadeira cultura nativa do Canadá, já que todos os outros canadenses são originariamente imigrantes. Eles começaram a imigrar para o Canadá no século XVII, trazendo consigo modos de vestir, hábitos alimentares e costumes. O Canadá abriu suas portas para a imigração de toda a parte do mundo no início do século XX; em 1988, o caráter multicultural do país foi oficialmente reconhecido quando o Governo sancionou o Ato do Multiculturalismo. O nome Canadá vem da palavra "kanata" da língua hurá-iroquesa, dos antigos povos nativos, que significa "povoado". A cultura canadense é extremamente rica e diversificada formando o que poderíamos chamar de um "Caleidoscópio cultural" ou ainda um "Mosaico multicultural". No Canadá vivem mais de 70 grupos étnicos com mais de 60 línguas sendo faladas. Os meios de comunicação canadenses (jornais, revistas, televisão e rádio), procurando suprir as necessidades de sua sociedade multicultural, são encontrados e difundidos numa inúmera quantidade de línguas. O "Caleidoscópio cultural" canadense também está fortemente refletido nas Artes com significativas contribuições para o desenvolvimento cultural do Canadá. O multiculturalismo está tão incutido na população e no dia a dia dos canadenses que agrega um valor inestimável para o desenvolvimento, a prosperidade, a harmonia e a união do Canadá . O país possui diversas opções de passeios culturais, teatros, museus, galerias de arte, shows, concertos e apresentações de dança. Nos centros urbanos você encontra uma variedade de restaurantes, shopping-centers, cinemas e galerias de arte. A Telona do IMAX Tudo começou na Expo 67 em Montreal. Três sujeitos que faziam os chamados "filmes para múltiplas telas" se encheram da história de um monte de filmes em um monte de projetores e resolveram juntar tudo em um só. Foi o embrião de uma idéia. E que grande idéia. O Imax virou o filme de tela gigante, foi apresentado ao mundo em 1970, em Osaka, e quem ainda não viu não tem idéia, porque o Imax é imagem e som de última geração. Para se ter uma idéia, o fotograma do filme Imax tem o tamanho de um cartão de visitas convencional. Caso o projetor fosse ligado na lua, a sua luz poderia ser vista aqui na terra. O tamanho na tela de projeção corresponde a metade de um campo de futebol ou oito andares de altura. Cabe uma baleia e não é mentira. É o referencial da tecnologia Imax, que traz em um dos seus documentários uma baleia exibida em proporção real na tela do cinema. Hoje, o mundo tem 200 cinemas IMAX, vários no Canadá. O primeiro deles foi instalado, em 1971, no Ontario Place, em Toronto. Os mais recentes somam à tecnologia uma visão em terceira dimensão com o uso de óculos 3D. Trata-se de um novo conceito em sétima arte. Depois do Imax aquela história de pegar um cineminha nunca mais será a mesma, pode apostar.
O Canadá oferece um grande leque de possibilidades ao alcance de todo viajante com um pouco de curiosidade. As rotas são inumeráveis e variadas: Em cartaz: Vancouver Do Brasil a Toronto são cerca de dez horas de vôo para quem sai de São Paulo e mais umas quatro para chegar à sua primeira parada do lado oeste: Vancouver. É uma longa jornada, mas você não se arrependerá: lá tem praia, montanha, cara de metrópole e simpatia de cidade pequena. Não à toa é considerada o melhor lugar para se viver no mundo, segundo a empresa britânica de pesquisas Economist Intelligence Unit (EIU), que fez Vancouver campeã em segurança, infra-estrutura e na oferta de bens e serviços. A revista de turismo Condé Naste votou em Vancouver como a melhor cidade da América nos quesitos ambiente, simpatia, cultura, atrações, gastronomia, hospedagem e destino de compras. Se todo Canadá já é muito bom, nada mal começar o passeio pelo "filé mignon". Ou, como se trata de Vancouver, pelo salmão, que além freqüentar mesas canadenses, convida a conhecer, na cidade, uma fazenda onde é feita a criação do peixe. Mesmo que seus olhos não se voltem à piscicultura, o passeio leva a North Vancouver, caminho para Capilano Bridge e Grouse Montain. Capilano é um parque conhecido por sua longa ponte pênsil, sustentada por cordas reforçadas, que insiste em balançar sobre os quase 100 metros de profundidade do Capilano Canyon: vertigem garantida mesmo para um Indiana Jones. Para uma vista do alto, sem temer pela altura, de Grouse Montain vê-se a cidade que, se por um momento lhe parecer familiar, talvez seja porque você já a conheça o cinema. Pouca gente sabe que Vancouver é estrela de Hollywood. Boa parte da produção cinematográfica norte-americana acontece na cidade e quando você pensa que nas telas é Nova York, Chicago ou Seattle, é nada mais, nada menos, que a fotogênica Vancouver que oferece locação variada, barata e, de certa forma, pertinho de Los Angeles. Como o índice de violência da cidade é quase zero, os moradores recomendam: se, andando pelas ruas, perceber um tiroteio, saia correndo (no caso, em direção a ele), pois estão gravando um filme e, com sorte, dá para ver algum ator famoso. A chuva em Vancouver acontece com a mesma freqüência que as filmagens. A cidade espera um aguaceiro dia sim e outro também. Alguns hotéis deixam, inclusive, guarda-chuvas disponíveis nos quartos. Se o dia traz água lá fora, vá ver o quanto ela é abundante dentro do maior aquário do Canadá: o Vancouver Aquarium abriga baleias brancas e tubarões entre outros 60 mil animais, sendo quase 34 mil peixes. Outro passeio obrigatório é o Science World - o centro de ciência repleto de experimentos interativos de física e eletricidade. Que tal ver um filme no IMAX? É uma experiência única em cinema com tecnologia de som e imagem que ainda não chegou ao Brasil. Se abrir o sol - ele aparece entre uma chuva e outra - vá até a Robson Street, rua badalada, cheia de butiques, barzinhos e gente bonita. Pode-se também caminhar por Gastown, região que traz a Vancouver de 1867, repleta de histórias e com a presença do famoso relógio a vapor, que solta fumaça a cada quinze minutos. O Canadá gosta de apresentar suas cidades do alto. Por isso, vá até Vancouver Lookout, torre que leva você a mais de 150 metros do solo e a uma paisagem 360º da cidade e arredores. Ali embaixo, vale uma caminhada ao Canadá Place, de onde parte a maioria dos navios em cruzeiro para o Alaska. Para quem quer ver praia, não pense encontrar nenhuma Ipanema, mas English Bay guarda um charme único quando a areia encontra a enorme área verde do Stanley Park - palco de ciclistas e fãs de patins. Se quando se descreve as atrações parece que Vancouver tem um pouco de tudo, é porque tem mesmo. Essa mescla a faz especial: há até transporte por água, um táxi-barquinho com trajeto definido que o levará a alguns pontos como Granville Island, uma ilha no meio da cidade, com mercado, lojas, bares e restaurantes, responsáveis por uma parcela da badalação local que, se vale a pena viver de dia, não deixe de curtir à noite. CUIDADO COM O URSO Isso parecia, no mínimo, uma recomendação surreal para um brasileiro que vive com medo de assaltantes, golpistas e drogados. Urso? O motivo para tanto cuidado: North Vancouver é um bairro nos arredores de Vancouver, que não está longe de uma área verde pouco explorada, e pode acontecer de um urso fazer uma visita em busca de comida, revirar lixo e, por defesa, atacar um alguém. Os canadenses acampam à beira do rio, que pode ser bebedouro do maior urso do pedaço. O contato nas áreas verdes é freqüente. Ao visitar parques nacionais das Rochosas, você vai ver: são veados no meio da rua, alces caminhando no mato e se der sorte (ou azar) um urso negro à beira da estrada (mantenha-se bem longe e não saia do carro). As recomendações das autoridades do parque são extensas e basicamente se resumem a uma só lei: respeite a vida selvagem mantendo dos bichos uma distância saudável - e isso vale para todos. Até mesmo para aquele veadinho com cara de Bambi que não faz mal a uma mosca - mas a mãe dele pode julgar você de forma diferente. A natureza local oferece contato com desde esquilinhos até lobos, cougars (parente do puma) e ursos cinzentos (os mais vorazes, com garras entre 5 e 10 cm), nos locais mais ermos. As regras valem mais para quem acampa ou resolve fazer caminhadas mais longas. Basicamente, cuide para que os alimentos não fiquem expostos e use as lixeiras que têm lacre especial. Deve-se evitar o confronto com animais e por isso o comércio local vende guizos para fazer barulho nas trilhas e avisar antecipadamente sua chegada. Nem você, nem ele desejam ser pegos de surpresa e se sentir acuado. Lembre-se que, via de regra, o bicho não ataca - ele se defende. Victoria: volta ao passado Dos hotéis de Vancouver é possível contratar o ônibus até Victoria, capital da província de British Columbia, e que fica numa ilha que também tem o nome de Vancouver. Se alguém tentar convencê-lo a não passar uma noite em Victoria, não dê atenção. Se preciso, tape os ouvidos, mas deixe os olhos bem abertos: o caminho até lá vale o passeio. O anoitecer em Victoria é bárbaro e destaca o Parlamento com luzinhas em torno do prédio. Os ônibus saem de Vancouver, vão ao porto e estacionam dentro do barco da BC Ferries. Você é convidado a subir ao deque - que tem restaurante, bar, lojas, centro de informações. Uma dica: dê um pulinho até o convés, pois (dependendo época do ano) focas e até baleias podem aguardá-lo do lado de fora da embarcação. Se por acaso os bichos não derem as caras, a beleza da paisagem é garantida por ilhotas e atraentes casas de temporada que sugerem o que está por vir. Mais uma hora por terra e Victoria é sua. A pequena rodoviária local s se esconde atrás do lindíssimo Fairmont Empress Hotel. À sua frente, todas as justificativas do mundo para estar ali. Fácil entender porque tantos famosos como Rita Hayworth, Roger Moore, John Travolta, Barbra Streisand, Harrison Ford elegeram o Empress pela categoria de hospedagem e pelo famoso chá da tarde, que chega a receber mais de 800 convidados por dia. Localizado em frente ao Inner Harbour, a paisagem inclui um cais com barcos ancorados, carruagens transitando entre o parlamento e o próprio hotel, e jardins que florescem para alegrar a vista dos convidados. O The Buchart Gardens é uma das grandes atrações, aberto o ano inteiro, que leva o turista a um dos mais belos jardins da costa oeste do Canadá. O local, a 21 km de Victoria, era uma antiga fábrica de cimento que deu lugar aos cuidados da Senhora Buchart, esposa do casal de empresários que cultivou, desde 1904, um sem número de sementes. O amor pela natureza resultou em 700 variedades de flores entre um milhão de plantas cultivadas no local. Antes de sair de Victoria, você pode conferir o Museu da Miniatura, dar uma passada no Royal British Columbia Museum (duvido que seja só uma passada) ou quem sabe, ver um filme no IMAX local. Se a pressa de voltar a Vancouver é grande, volte voando. O preço do hidroavião é por volta de 110 dólares canadenses - o dólar lá vale cerca de R$ 1,85, ou seja, menos que o dólar americano. No entanto, se a natureza por terra já é demais, imagine lá do céu... Calgary: o Texas canadense Um pouco mais a leste do Pacífico encontra-se Calgary. A melhor maneira de se chegar lá é de avião, mesmo que no mapa do Canadá pareça estar a apenas dois dedinhos de Vancouver. Em se tratando de Canadá, cada dedinho deve ter mais de 500 km. Assim, pegar um vôo em Vancouver permite ganhar terreno, tempo e, de brinde, cruzar as montanhas Rochosas do alto. Por isso, brigue para ficar na janelinha. Trate de convencer o sujeito sentado ao lado de que no corredor dá para esticar melhor as botas. Por que botas? Porque fora você e outros turistas, existe grande chance de o avião estar lotado de cowboys de rodeio. Calgary é puro faroeste: é comum chapelões e botas como vestuário dos habitantes locais. O estilo western começa ao pisar no aeroporto, que tem decoração com referências a saloon, can-can e, claro, a rodeios. Tudo isso porque Calgary é famosa pela Stampede, festa que acontece em julho, dura 10 dias e dá assunto para os demais 355. É o carnaval dos canadenses, que substitui o batuque pelo estampido das espingardas e as corridas de diligências. Parece Texas? Parece, até porque ali tem petróleo, americanos em negócio e muito dinheiro circulando. Embora perca para Edmonton o título de capital da província de Alberta, Calgary cresce a cada ano e isto pode ser visto bem do alto: como não podia ser diferente, a cidade tem uma torre em meio aos edifícios. A Calgary Tower tem 191 metros de altura, restaurante giratório e é passeio obrigatório. A cidade também oferece cassino (já viu cidade de faroeste sem jogatina?), opções culturais e de lazer para a família toda. O Heritage Park Historical Village é um passeio diferente, aberto entre maio e outubro. Trata-se de uma experiência a céu aberto que permite aos visitantes conviver, em um parque cenográfico, com pessoas vestidas a caráter, simulando uma vida regular do ano de 1914. Você descobre como era feito o pão, como funcionava uma farmácia ou o que se ensinava na escola. A volta ao futuro acontece quando se caminha no centro da cidade apreciando a arquitetura moderna dos edifícios. E no caso de Calgary, é bem provável que você caminhe bastante, pois a cidade ostenta um recorde curioso: 635 km de trilhas! É isso mesmo! Nenhuma outra cidade da América do Norte tem um trecho tão extenso destinado à prática de quem gosta de correr ou andar. Mesmo no inverno, 95 km dessa extensão são limpos diariamente para que a neve não impeça a prática dessa atividade física. Quem gosta de compras, faça essa caminhada em direção ao Eau Claire Market, um simpático shopping center localizado numa região de restaurantes no centro da cidade. De Calgary você vê as Montanhas Rochosas à sua volta. E, mesmo de longe, você jáimagina o que lhe espera. Rochosas canadenses Alugue um carro em Calgary e faça planos para devolvê-lo em Edmonton. Siga rumo oeste e prepare-se para o ponto alto da viagem. Na verdade, vários pontos e muito altos: você estará a caminho do Parque Nacional de Banff e apenas ele abriga 25 montanhas com mais de 3.000 metros de altitude. Em cerca de uma hora chega-se a Canmore: a cidade é um dos grandes segredos das Rochosas. Canmore é simpática, tem um povo amável e preços mais acessíveis. Menos explorada no circuito turístico da região, é a opção perto de todos os atrativos, inclusive de um orçamento mais controlado. Os hotéis montam pacotes de verão que incluem passeios ao ar livre e, no inverno, oferecem aluguel de equipamento e passe para estações de esqui. Quem se hospeda em Canmore está a 20 minutos de carro de Banff, o destino número 1 das Rochosas Canadenses. Banff tem um centrinho comercial com lojas de grife, boas opções gastronômicas, é a badalação em pessoa - ou em pessoas. Na temporada, a população local pula de 9 mil para 30 mil. Entre junho e agosto, encontrar vaga nos hotéis, sem reserva antecipada, é quase impossível. Mesmo o Banff Springs Hotel vai estar lotado. A mais famosa opção de hospedagem da cidade faz história desde 1888 e vive cheia de turistas. Quem não se hospeda ali, vai no mínimo fazer uma visita ao cenário do filme O Iluminado, no qual atuou Jack Nicholson, e cuja história mostra o hotel invadido por fantasmas. Hoje, fica-se assombrado com sua grandiosidade e com a vista que se tem dele ao subir a gigantesca Sulphur Mountain, ao lado. O bondinho da Sulphur Mountain leva oito minutos e 2.246 metros para chegar ao topo para uma vista digna de quem voa de helicóptero. O preço do ingresso é também nas alturas: mais de 20 dólares. Se tiver com a família completa, machuca o bolso. Por isso, penhore o filho caçula, seqüestre o sujeito que o ajuda a subir no bondinho, vá a pé (são 5 km morro acima)... mas suba não sem antes verificar a visibilidade no topo em cartazes afixados na entrada. Se a vista for garantida, não terá preço. Ao descer, visite a Upper Hot Springs, que dá a chance de um banho terapêutico em água rica em minerais. Dispense o banho, caso o tempo esteja curto ou a piscina muito cheia, para conhecer, após mais 30 minutos de carro, o lago top model da região: o Lake Louise, o mais fotografado. É enorme e tem cor esmeralda (como a maioria dos lagos nas Rochosas), resultado de uma combinação de farelos de sedimento glacial e reflexo conforme a luz do sol que, por melhor que seja a explicação científica, tem ali o dedo de uma fada encantada que decidiu colorir de verde-azulado a água da região. Muitos vão até lá pelo lago, outros pelo hotel Château Lake Louise, bem em frente. Entre carneiros da montanha, veados, alces e até estão as duas cidades mais conhecidas de toda excursão que sai do Brasil. De um lado, Banff; do outro, Jasper, a saída que leva à estrada para Edmonton. Entre elas, a dúvida entre ficar mais tempo numa ou na outra. A rodovia 93, que as une, é considerada uma das mais belas do mundo. E se a dúvida deixa alguém pelo caminho, não vai ter queixa. Nesse trecho de 230 km dá vontade de parar o carro